FUGIU, MAS ACABOU PRESO
A Polícia Civil da Bahia investiga a morte da adolescente Thamiris dos Santos Pereira, de 14 anos, e aponta que o crime teria sido ordenado de dentro de um presídio. Segundo as autoridades, o mandante, já preso, teria tomado a decisão após suspeitar que a jovem teria feito uma denúncia que resultou em sua prisão.
De acordo com a investigação, o homem havia sido preso em flagrante no dia 20 de fevereiro, após agredir e ameaçar a companheira no bairro Jardim das Margaridas, em Salvador, onde Thamiris morava. Conforme o delegado Moisés Damasceno, diretor do Departamento de Polícia Metropolitana, ele acreditava que a adolescente foi responsável por acionar a polícia para denunciar a agressão.
Diante dessa suspeita, o preso teria ordenado o crime como forma de vingança. Mesmo já detido, ele foi alvo de um novo mandado de prisão preventiva relacionado ao caso.
Além dele, Rodrigo Faria Sena dos Santos, de 37 anos, foi preso suspeito de participação direta no crime. Segundo as autoridades, ele teria atraído a adolescente até o local onde o assassinato ocorreu. Ele morava em um imóvel abaixo da residência da vítima e, de acordo com relatos, conhecia Thamiris há vários anos. Ambos permanecem à disposição da Justiça.
O corpo que pode ser da vítima foi encontrado na tarde de quinta-feira (19), em uma área de mata no bairro de Cassange, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Devido ao avançado estado de decomposição, a identificação oficial ainda depende de exames periciais realizados pelo Instituto Médico Legal (IML).
Thamiris estava desaparecida desde o dia 12 de março, quando saiu da escola, no bairro Jardim das Margaridas, e não retornou para casa. Imagens de câmeras de segurança registraram a adolescente por volta das 11h38 caminhando com uma amiga. Minutos depois, ela aparece sozinha — sendo essa a última vez em que foi vista com vida.
Após cerca de sete dias de buscas, o corpo foi localizado em um terreno de mata, próximo a roupas e objetos pessoais da vítima, como farda escolar, relógio e sapatos. A polícia apura se o crime ocorreu no local ou se o corpo foi levado até a área posteriormente. (Polliana M – Face).
FUGIU, MAS ACABOU PRESO
CADEIRA JÁ CAUSOU ACIDENTE
CONFIRA
TOCOU EM BAILES EM GOIOERÊ