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Morreu nesta quinta-feira (19) a idosa Maria Inês Polatto, de 63 anos, que havia sofrido queimaduras em cerca de 75% do corpo após um incêndio durante um churrasco em Itapuí, interior de São Paulo, no último dia 6 de março.
Maria Inês estava internada em estado gravíssimo na ala de queimados do Hospital Estadual de Bauru desde o dia do incêndio, mas não resistiu aos ferimentos.
O caso ocorreu após uma briga entre o vereador da cidade, Matheus da Costa Aranha, e o namorado dele, José Ruster de Oliveira, preso por ter causado o incêndio.
Com a morte da vítima, o caso, que era investigado como tentativa de homicídio, passa a ser tratado como homicídio pela Polícia Civil.
BRIGA EM CHURRASCO - Policiais militares foram acionados após três pessoas darem entrada no Pronto Socorro de Itapuí com queimaduras. No local, os policiais foram informados de que o vereador Matheus Aranha participava de um churrasco com o companheiro quando os dois se envolveram em uma discussão.
De acordo com o boletim de ocorrência, após a briga, José Ruster foi até um depósito próximo, pegado um galão de gasolina e retornou ao local do churrasco. Em seguida, espalhou o combustível pelo chão e ameaçou os presentes, dizendo que “mataria todo mundo”.
Ele riscou um fósforo e provocou uma explosão. Com o incêndio, o vereador, o namorado dele e Maria Inês Polatto sofreram queimaduras. Ruster teve ferimentos principalmente nos pés.
O vereador, por sua vez, apresentou outra versão aos policiais. Segundo ele, após a discussão, o namorado teria apenas chutado o galão de gasolina, que atingiu uma churrasqueira acesa e provocou o incêndio. Ele foi atendido no PS e liberado.
A perícia técnica foi acionada e deve apontar a dinâmica do incêndio. José Ruster por audiência de custódia e teve a prisão em flagrante convertida em prisão preventiva. Ele permanece preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Bauru. (Jornal do Povo Marília).
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