sábado, 22 de agosto de 2026
MUITA CRUELDADE

Filha mata o pai acamado a facadas, filma e manda o vídeo para o grupo da família

21/08/2026
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Um homem de 62 anos foi morto a facadas pela própria filha, de 30 anos, na quinta-feira (20), em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. A mulher foi presa em flagrante no local e confessou o crime.


O caso aconteceu em uma residência localizada na Estrada Municipal Antônio Aparecido Cardoso, no bairro Guaripocaba dos Souzas, na zona rural do município.


A Polícia Militar foi acionada depois que um vídeo relacionado ao crime começou a circular em grupos de moradores e nas redes sociais. Quando os policiais chegaram à residência, encontraram a mulher ao lado do corpo do pai. A faca que teria sido utilizada no homicídi0 foi localizada na pia do banheiro.


A vítima, que era cadeirante e estava acamada, apresentava diversos ferimentos provocados por faca. Segundo o boletim de ocorrência, havia mais de uma dezena de lesões, mas a quantidade exata deverá ser determinada durante o exame no Instituto Médico Legal (IML).


Em depoimento à Polícia Civil, a filha confessou ter atacado o pai durante uma discussão. Ela afirmou que guardava ressentimentos antigos e relatou situações que, segundo sua versão, teriam ocorrido enquanto cuidava dele.


Ainda de acordo com o depoimento, a mulher disse que estava consumindo vinho e entorpecentes desde a madrugada anterior ao crime. Ela também afirmou que pegou uma faca durante a discussão e golpeou o pai com a intenção de matá-lo.


Parte da ação teria sido registrada em vídeo pelo celular da própria investigada. Depois, ela também teria fotografado o pai ferido e enviado a imagem a um grupo de WhatsApp da família.


A mulher não tinha antecedentes criminais, segundo o registro policial. Diante dos elementos reunidos no local e da confissão, a Polícia Civil determinou a prisão em flagrante e o indiciamento pelo homicídio.


A investigada também apresentou uma acusação contra o pai durante o depoimento, alegando que teria sofrido situações de abuso enquanto realizava os cuidados pessoais dele. A alegação será apurada durante a investigação e não altera, neste momento, a responsabilização pela morte.


A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do crime e a motivação. (Polliana M).