REFIS 2026
Angélica de Almeida, mãe da menina Samyra Roberta Almeida, de 10 anos, encontrada morta no dia 10 de agosto com uma coleira de cachorro presa ao pescoço, foi presa temporariamente pela Polícia Civil de São Paulo na tarde dessa terça-feira (25), no Jardim Caraminguava, em Peruíbe, no litoral de SP.
Angélica deu entrevistas no dia do encontro da filha e disse que "era muito triste e queria justiça". Apresentou muitas contradições em depoimentos e acabou presa. A polícia investiga se ela recebia vantagens financeiras com os abusos da filha.
Segundo o boletim de ocorrência, a mulher, que não teve o nome divulgado, foi localizada por policiais civis e conduzida à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Peruíbe, onde permanece à disposição da Justiça.
Um vizinho, de 74 anos, dono do imóvel e o filho dele, de 47 anos, também são investigados. Eles tem uma borracharia ao lado da casa da vítima. O filho do idoso comentou que o pai dizia que tinha um caso com a mãe da menina e com a garota.
Desde o registro da ocorrência, a Polícia Civil passou a investigar o caso como morte suspeita. A prisão ocorreu após contradições identificadas nos depoimentos e novos elementos reunidos durante a investigação, que apontaram indícios de que a menina poderia ser submetida a situações de violência.
Samyra Roberta foi encontrada sem vida pelo próprio irmão, na parte externa da residência onde a família vivia, em Peruíbe. Ela falava que tinha o sonho de ser modelo
Segundo o registro policial, após encontrar a menina desacordada, o irmão, de 9 anos, teria chamado a mãe. O socorro foi acionado, mas, quando a equipe chegou ao local, Samyra já estava sem vida.
A criança foi localizada sem vida dentro da garagem do imóvel da família com marcas severas de violência física e abuso sexual. Os investigadores realizaram uma simulação para remontar os últimos momentos da vítima. (Jornal do Povo Marília).
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