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A Polícia Civil prendeu Daril Soares de Lima, de 43 anos, suspeito de ser o mandante do assassinato de Paulo César da Silva, de 51 anos, motorista da Secretaria de Saúde de Floresta, na região de Maringá. A prisão ocorreu poucas horas após o crime.
Paulo César foi morto a tiros no início da manhã, quando saía de casa para trabalhar. Ele era servidor público municipal e atuava como motorista de ambulância.
Segundo a Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta que o homicídio teria sido motivado por desavenças relacionadas a um suposto relacionamento extraconjugal entre a vítima e a esposa do investigado. Conforme relatado pelo delegado, o casal estaria em processo de separação.
De acordo com os investigadores, Daril teria admitido, durante os procedimentos na delegacia, que providenciou o veículo utilizado na execução e contratou uma pessoa para cometer o assassinato.
Durante as primeiras diligências, testemunhas relataram ter visto um Volkswagen Gol antigo, de cor bege, deixando as proximidades do local do homicídio. Pouco tempo depois, um veículo com características semelhantes foi encontrado incendiado na zona rural de Floresta.
Os investigadores identificaram que o suspeito utilizava um Renault Kwid prata, alugado. Com base em dados de rastreamento fornecidos pela locadora, a polícia constatou que o automóvel passou pela região onde o Gol foi incendiado antes e depois do assassinato.
O homem foi abordado por volta das 15h15, enquanto dirigia o veículo alugado. Ainda conforme a Polícia Civil, o investigado informou que mantinha uma arma de fogo em casa. Durante as buscas, os policiais apreenderam um revólver calibre .38, da marca Taurus, com quatro munições intactas.
Aparelhos celulares e o veículo alugado também foram recolhidos para auxiliar nas investigações. Daril permanece preso na Cadeia Pública de Maringá, à disposição da Justiça.
A Polícia Civil continua as diligências para identificar e localizar o homem apontado como responsável pelos disparos. A motivação do crime e as circunstâncias da execução seguem sob investigação. (Plantão Maringá/Com informações do GMC Online).
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