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(GoioNews: Todo mundo lê!) - Em Julgamento que durou 15 horas, o Tribunal do Júri de Goioerê condenou, nesta quarta-feira (28), Joelson Junior de Oliveira, de 31 anos, a 17 anos de prisão pelo assassinato de Gilmar Costa, ocorrido em março de 2024, no bairro Santa Casa, em Goioerê, e ocultação de cadáver.
A pena foi fixada em 15 anos e 9 meses de reclusão por homicídio duplamente qualificado, cometido mediante meio cruel e de maneira a dificultar a defesa da vítima; mais um ano e um mês pelo crime de ocultação de cadáver; além de seis meses de detenção por fraude processual.
Jheniffer Ellen de Oliveira dos Santos, de 25 anos, também foi condenada a um ano de reclusão pelo crime de ocultação de cadáver, por sua participação na tentativa de esconder o corpo da vítima após o assassinato e a seis meses de detenção por fraude processual.
COMO FOI: O crime aconteceu no dia 11 de março de 2024, em uma residência localizada na esquina da Rua João de Oliveira Dias com a Rua Rio Negro, no bairro Santa Casa. Gilmar Costa foi morto com vários golpes de barra de ferro na cabeça, durante uma situação envolvendo o consumo de drogas.
Após o homicídio, Joelson, com a ajuda de Jheniffer, proprietária da residência onde o crime aconteceu, colocou o corpo da vítima dentro de uma mala. Em seguida, os dois transportaram o cadáver em uma cadeira de rodas até o Parque do Povo, onde a mala e o corpo foram incendiados.
O cadáver de Gilmar Costa foi encontrado parcialmente carbonizado, evidenciando a tentativa de ocultar o crime.
Joelson foi preso dois dias após o assassinato, quando tentava eliminar vestígios do homicídio na residência. Na ocasião, ele estava pintando paredes que apresentavam manchas de sangue.
Durante o julgamento, os jurados reconheceram a responsabilidade de Joelson pelo homicídio qualificado pelo emprego de meio cruel, além da ocultação do cadáver. A pena total foi estabelecida em 14 anos de prisão.
Já Jheniffer foi responsabilizada pela participação na ocultação do corpo e recebeu pena de dois anos de prisão.
Com as condenações, o Tribunal do Júri encerrou o julgamento de um crime que chamou a atenção pela violência empregada contra a vítima e pela tentativa de destruir e esconder o cadáver após o assassinato. (GoioNews: Todo mundo lê!).
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